sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Um pouquinho das nossas aulas...


             Durante nosso 6° encontro do Curso de Educação Digital, pudemos explorar um pouco do que o Linux Educacional 3.0 em Programas Educacionais. Foram muitas as descobertas!
            Mesmo já trabalhando com o Linux, com os alunos, nas aulas semanais do laboratório de informática, neste encontro descobrimos muitas novidades interessantes.
             A proposta de trabalho de hoje era descobrirmos os jogos que podem ser trabalhados com os alunos e auxiliar no processo de alfabetização.
            Segue abaixo meu roteiro de orientações, para você professora, trabalhar com seus alunos e tornar as aulas do laboratório mais agradáveis e divertidas para os alunos.
            Na tela de seu computador, na barra EDUBAR, clicar no ícone Programas Educacionais e em seguida Multidisciplinar, Série Educacional (GCompris). Em seguida abrirá a tela com as opções disponíveis. Observar os ícones da lateral esquerda. Ao clicar com o mouse em cada ícone, se abrirá diversas opções de atividades. Para cada ícone desta barra, sugiro um jogo e a série em que ele poderá ser explorado. Espero que seja útil para você dinamizar suas aulas no laboratório.
1.      Atividades de experiências (porquinho). Clicar no Tux para-quedista. Destinado para os grupos de educação infantil.
2.      Atividades de leitura (vaquinha). Clicar na Prática da leitura. Destinado aos grupos de 1° e 2° anos do 1° ciclo.
3.      Quebra-cabeça (urso branco). Clicar na Torre de Hanói simplificada. Destinado aos grupos de 1° ano do 1° ciclo.
4.      Atividades de descobertas (pinguim). Clicar na Atividades de cores. Destinado aos grupos de educação infantil e 1° ano do 1° ciclo.
5.      Atividades de estratégia (sapo). Clicar no Jogo da bolas. Destinado aos grupos do 1° ciclo.
6.      Atividades de diversão (urso). Clicar em Hexágono. Destinado aos grupos de 1° e 2° anos do 1° ciclo.
7.      Matemática (ovelhinha). Clicar em Numeração. Destinado aos grupos do 1° ciclo.
8.      Descobri o computador (gatinho). Clicar em atividades de manipulação do teclado. Destinado aos grupos do 1° ciclo.
            Essas, são algumas sugestões. Encontramos atividades para atender todos os grupos. Cabe ao professor planejar.
            Ao explorar o Linux Educacional 3.0, muito irá se descobrir. O professor precisará conhecer tudo o que este software oferece. Cabe ressaltar que ele poderá ser baixado gratuitamente da internet, para o professor poder ter também em sua casa.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Educação digital...


        Navegando pelo facebook encontrei estas frases e achei bem oportunas para o nosso curso. Compartilho com minhas colegas...
 


sexta-feira, 27 de julho de 2012

Novas mídias...

   
 

        Não tem volta! Se até nos templos budistas já vemos o uso das novas mídias, imaginem na educação!
        Novos tempos, novos recursos, muitas aprendizagens!!!

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Uso das tecnologias nas salas de aula...


        Vivemos em uma nova era: a era digital! Nela, as informações são repassadas numa velocidade espantosa. Se não dermos a devida atenção a este novo tipo de educação, as crianças de hoje serão adultos desinformados amanhã. Assim, precisamos atualizar nossas salas de aula, incluindo as novas tecnologias na escola.
        Entretanto, mudar as formas de aprender dos alunos requer também mudar as formas de ensinar de seus professores. É necessário orientar os professores para o uso das tecnologias interativas dentro do seu fazer pedagógico.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Para pensar...

Este artigo deveria ser lido por todos os profissionais de educação. E, principalmente, pelos nossos legisladores, pensando numa escola pública de qualidade.


Artigo:
A utopia sufoca a educação de qualidade (Gustavo Ioschpe)

08/04/2012


"Se a diferença que mais impacta a qualidade de vida das pessoas é a de renda, e se a fonte principal de renda é o trabalho, então precisamos de um sistema educacional que coloque ricos e pobres em igualdade de condições para concorrer no mercado de trabalho"

Um dos males que assolam nossa educação é a esperança vã de pensadores e legisladores de que uma escola que mal consegue ensinar o básico resolva todos os problemas sociais e éticos do país. Eles criaram um sistema com um currículo imenso, sistemas de livros didáticos em que o objetivo até das disciplinas científicas é formar um cidadão consciente e tolerante. Responsabilizaram a escola pela formação de condutas que vão desde a preservação do meio ambiente até os cuidados com a saúde; instituíram cotas raciais e forçaram as escolas a receber alunos com necessidades especiais. A agenda maximalista seria uma maneira de sanar desigualdades e corrigir injustiças. O Brasil deveria questionar essa agenda.
Primeira pergunta: nossas escolas conseguem dar conta desse recado? A resposta é, definitivamente, não. Estão aí todas as avaliações nacionais e internacionais mostrando que a única igualdade que nosso sistema educacional conseguiu atingir é ser igualmente péssimo. Copiamos o ponto final de programas adotados nos países europeus sem termos passado pelo desenvolvimento histórico que lhes dá sustentação.
Segunda pergunta: esse desejo expansionista faz bem ou mal ao nosso sistema educacional? Será um caso em que mirar no inatingível ajuda a ampliar o alcançável ou, pelo contrário, a sobrecarga faz com que a carroça se mova ainda mais devagar? Acredito que seja o último. Por várias razões. A primeira é simplesmente que essas demandas todas tornam impossível que o sistema tenha um foco. Perseguir todas as ideias que aparecem -- mesmo que sejam todas nobres e excelentes -- é um erro. Infelizmente, a maioria dos nossos intelectuais e legisladores não tem experiência administrativa, e acredita ser possível resolver qualquer problema criando uma lei. No confronto entre intenções e realidade, a última sempre vence. A segunda razão para preocupação é que, com uma agenda tão extensa e bicéfala -- formar o cidadão virtuoso e o aluno de raciocínio afiado e com conhecimentos sólidos --, sempre é possível dizer que uma parte não está sendo cumprida porque a prioridade é a outra: o aluno é analfabeto, mas solidário, entende? (Com a vantagem de que não há nenhum índice para medir solidariedade.) E, finalmente, porque quando as intenções ultrapassam a capacidade de execução do sistema o que ocorre é que o agente -- cada professor ou diretor -- vira um legislador, cabendo a ele o papel de decidir quais partes das inatingíveis demandas vai cumprir. Uma medida que deveria estimular a cidadania tem o efeito oposto: incentiva o desrespeito à lei, que é a base fundamental da vida em sociedade.
Terceira pergunta: mesmo que todas essas nobres intenções fossem exequíveis, sua execução cumpriria as aspirações de seus mentores, construindo um país menos desigual? Eu diria que não apenas não cumpriria esses objetivos como iria na direção oposta. Deixe-me dar um exemplo com essas novas matérias inseridas no currículo do ensino médio -- música, sociologia e filosofia. A lógica que norteou a decisão é que não seria justo que os alunos pobres fossem privados dos privilégios intelec-tuais de seus colegas ricos. O que não é justo, a meu ver, é que a adição dessas disciplinas torna ainda mais difícil para os pobres se equiparar aos alunos mais ricos nas matérias que realmente vão ser decisivas em sua vida. A desigualdade entre os dois grupos tende a aumentar. A triste realidade é que, por viverem em ambientes mais letrados e com pais mais instruídos, alunos de famílias ricas precisam de menos horas de instrução para se alfabetizar. É pouco provável que um aluno rico saia da 1ª série sem estar alfabetizado, enquanto é muito provável que o aluno pobre chegue ao 3º ano nessa condição. O aluno rico pode, portanto, se dar ao luxo de ter aula de música. Para nivelar o jogo, o aluno pobre deveria estar usando essas horas para se recuperar do atraso, especialmente nas habilidades basilares: português, matemática e ciências. É o domínio dessas habilidades que lhe será cobrado quando ingressar na vida profissional. Se esses pensadores querem a escola como niveladora de diferenças, se a diferença que mais impacta a qualidade de vida das pessoas é a de renda, e se a fonte principal de renda é o trabalho, então precisamos de um sistema educacional que coloque ricos e pobres em igualdade de condições para concorrer no mercado de trabalho. O que, por sua vez, presume uma educação desigual entre pobres e ricos, fazendo com que a escola dê aos primeiros as competências intelectuais que os últimos já trazem de casa. Estou argumentando baseado em uma lógica supostamente de esquerda (digo supostamente porque, nesse caso, é transparente que as boas intenções dos revolucionários de poltrona só aprofundam as desigualdades que eles pretendem diminuir).
O mercado de trabalho valoriza mais as habilidades cognitivas e emocionais não porque os nossos empregadores sejam mesquinhos, mas porque, em um mercado competitivo, precisam remunerar seus trabalhadores de acordo com sua produtividade. Essa é a lógica inquebrantável do sistema de livre-iniciativa. Não adianta pedir ao gerente de recursos humanos que seja “solidário” na hora da contratação e leve em conta que os candidatos à vaga vêm de origens sociais diferentes, porque, se o recrutador selecionar o funcionário menos competente, o mais certo é que em breve ambos estejam solidariamente no olho da rua. Não conheço nenhum estudo que demonstre o impacto de uma educação filosoficamente inclusiva sobre o bem-estar das pessoas. Mas há vários estudos empíricos sobre a desigualdade no Brasil. O que eles informam é assustador: o fator número 1 na explicação das desigualdades de renda é, de longe, a desigualdade educacional (disponíveis em twitter.com/gioschpe). Ao criarmos uma escola sobrecarregada com a missão de não apenas formar o brasileiro do futuro, mas corrigir as desigualdades de 500 anos de história, nós nos asseguramos de que ela se tornará um fracasso. A escola não pode fracassar, pois é a alavanca de salvação do Brasil.
O tipo de escola pública que queremos é uma discussão em última instância política, e não técnica. É legítimo, embora estúpido, que a maioria dos brasileiros prefira uma educação que fracasse em ensinar a tabuada mas ensine bem a fazer um pagode. Acrescento apenas uma indispensável condição: que a população seja informada, de modo claro e honesto, sobre as consequências de suas escolhas. Quais as perdas e os ganhos de cada caminho. O que é, aí sim, antidemocrático e desonesto é criar a ilusão de que não precisamos fazer escolhas, de que podemos tudo e de que conseguiremos obter tudo ao mesmo tempo, agora. Infelizmente, é exatamente isso que vem sendo tentado. Nossas lideranças se valem do abissal desconhecimento da maioria da população sobre o que é uma educação de excelência para vender-lhe a possibilidade do paraíso terreno em que professores despreparados podem formar o novo homem e o profissional de sucesso. Essa utopia, como todas as outras, acaba em decepção e atraso. Essa pretensa revolução, como todas as outras, termina beneficiando apenas os burocratas que a implementam.



domingo, 11 de dezembro de 2011

Chegamos ao final........

         Colegas..........
         Chegamos ao final do Curso Introdução à Educação Digital. Foram 40 horas de trabalho e descobertas. Passou muito rápido!
         Assim, venho hoje para concluir esta etapa, mas as postagens continuarão. Prometo continuar compartilhando experiências, novidades e informação.
         Aproveito a oportunidade para desejar à todas, e em especial a professora Maria de Fátima (nossa professora formadora) um FELIZ NATAL e um fantático ANO NOVO. Que possamos nos encontrar no próximo ano para mais novidades e aprendizagens.
          Beijo à todos...........
          Professora Andréia Petruski