quarta-feira, 27 de junho de 2012

Uso das tecnologias nas salas de aula...


        Vivemos em uma nova era: a era digital! Nela, as informações são repassadas numa velocidade espantosa. Se não dermos a devida atenção a este novo tipo de educação, as crianças de hoje serão adultos desinformados amanhã. Assim, precisamos atualizar nossas salas de aula, incluindo as novas tecnologias na escola.
        Entretanto, mudar as formas de aprender dos alunos requer também mudar as formas de ensinar de seus professores. É necessário orientar os professores para o uso das tecnologias interativas dentro do seu fazer pedagógico.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Para pensar...

Este artigo deveria ser lido por todos os profissionais de educação. E, principalmente, pelos nossos legisladores, pensando numa escola pública de qualidade.


Artigo:
A utopia sufoca a educação de qualidade (Gustavo Ioschpe)

08/04/2012


"Se a diferença que mais impacta a qualidade de vida das pessoas é a de renda, e se a fonte principal de renda é o trabalho, então precisamos de um sistema educacional que coloque ricos e pobres em igualdade de condições para concorrer no mercado de trabalho"

Um dos males que assolam nossa educação é a esperança vã de pensadores e legisladores de que uma escola que mal consegue ensinar o básico resolva todos os problemas sociais e éticos do país. Eles criaram um sistema com um currículo imenso, sistemas de livros didáticos em que o objetivo até das disciplinas científicas é formar um cidadão consciente e tolerante. Responsabilizaram a escola pela formação de condutas que vão desde a preservação do meio ambiente até os cuidados com a saúde; instituíram cotas raciais e forçaram as escolas a receber alunos com necessidades especiais. A agenda maximalista seria uma maneira de sanar desigualdades e corrigir injustiças. O Brasil deveria questionar essa agenda.
Primeira pergunta: nossas escolas conseguem dar conta desse recado? A resposta é, definitivamente, não. Estão aí todas as avaliações nacionais e internacionais mostrando que a única igualdade que nosso sistema educacional conseguiu atingir é ser igualmente péssimo. Copiamos o ponto final de programas adotados nos países europeus sem termos passado pelo desenvolvimento histórico que lhes dá sustentação.
Segunda pergunta: esse desejo expansionista faz bem ou mal ao nosso sistema educacional? Será um caso em que mirar no inatingível ajuda a ampliar o alcançável ou, pelo contrário, a sobrecarga faz com que a carroça se mova ainda mais devagar? Acredito que seja o último. Por várias razões. A primeira é simplesmente que essas demandas todas tornam impossível que o sistema tenha um foco. Perseguir todas as ideias que aparecem -- mesmo que sejam todas nobres e excelentes -- é um erro. Infelizmente, a maioria dos nossos intelectuais e legisladores não tem experiência administrativa, e acredita ser possível resolver qualquer problema criando uma lei. No confronto entre intenções e realidade, a última sempre vence. A segunda razão para preocupação é que, com uma agenda tão extensa e bicéfala -- formar o cidadão virtuoso e o aluno de raciocínio afiado e com conhecimentos sólidos --, sempre é possível dizer que uma parte não está sendo cumprida porque a prioridade é a outra: o aluno é analfabeto, mas solidário, entende? (Com a vantagem de que não há nenhum índice para medir solidariedade.) E, finalmente, porque quando as intenções ultrapassam a capacidade de execução do sistema o que ocorre é que o agente -- cada professor ou diretor -- vira um legislador, cabendo a ele o papel de decidir quais partes das inatingíveis demandas vai cumprir. Uma medida que deveria estimular a cidadania tem o efeito oposto: incentiva o desrespeito à lei, que é a base fundamental da vida em sociedade.
Terceira pergunta: mesmo que todas essas nobres intenções fossem exequíveis, sua execução cumpriria as aspirações de seus mentores, construindo um país menos desigual? Eu diria que não apenas não cumpriria esses objetivos como iria na direção oposta. Deixe-me dar um exemplo com essas novas matérias inseridas no currículo do ensino médio -- música, sociologia e filosofia. A lógica que norteou a decisão é que não seria justo que os alunos pobres fossem privados dos privilégios intelec-tuais de seus colegas ricos. O que não é justo, a meu ver, é que a adição dessas disciplinas torna ainda mais difícil para os pobres se equiparar aos alunos mais ricos nas matérias que realmente vão ser decisivas em sua vida. A desigualdade entre os dois grupos tende a aumentar. A triste realidade é que, por viverem em ambientes mais letrados e com pais mais instruídos, alunos de famílias ricas precisam de menos horas de instrução para se alfabetizar. É pouco provável que um aluno rico saia da 1ª série sem estar alfabetizado, enquanto é muito provável que o aluno pobre chegue ao 3º ano nessa condição. O aluno rico pode, portanto, se dar ao luxo de ter aula de música. Para nivelar o jogo, o aluno pobre deveria estar usando essas horas para se recuperar do atraso, especialmente nas habilidades basilares: português, matemática e ciências. É o domínio dessas habilidades que lhe será cobrado quando ingressar na vida profissional. Se esses pensadores querem a escola como niveladora de diferenças, se a diferença que mais impacta a qualidade de vida das pessoas é a de renda, e se a fonte principal de renda é o trabalho, então precisamos de um sistema educacional que coloque ricos e pobres em igualdade de condições para concorrer no mercado de trabalho. O que, por sua vez, presume uma educação desigual entre pobres e ricos, fazendo com que a escola dê aos primeiros as competências intelectuais que os últimos já trazem de casa. Estou argumentando baseado em uma lógica supostamente de esquerda (digo supostamente porque, nesse caso, é transparente que as boas intenções dos revolucionários de poltrona só aprofundam as desigualdades que eles pretendem diminuir).
O mercado de trabalho valoriza mais as habilidades cognitivas e emocionais não porque os nossos empregadores sejam mesquinhos, mas porque, em um mercado competitivo, precisam remunerar seus trabalhadores de acordo com sua produtividade. Essa é a lógica inquebrantável do sistema de livre-iniciativa. Não adianta pedir ao gerente de recursos humanos que seja “solidário” na hora da contratação e leve em conta que os candidatos à vaga vêm de origens sociais diferentes, porque, se o recrutador selecionar o funcionário menos competente, o mais certo é que em breve ambos estejam solidariamente no olho da rua. Não conheço nenhum estudo que demonstre o impacto de uma educação filosoficamente inclusiva sobre o bem-estar das pessoas. Mas há vários estudos empíricos sobre a desigualdade no Brasil. O que eles informam é assustador: o fator número 1 na explicação das desigualdades de renda é, de longe, a desigualdade educacional (disponíveis em twitter.com/gioschpe). Ao criarmos uma escola sobrecarregada com a missão de não apenas formar o brasileiro do futuro, mas corrigir as desigualdades de 500 anos de história, nós nos asseguramos de que ela se tornará um fracasso. A escola não pode fracassar, pois é a alavanca de salvação do Brasil.
O tipo de escola pública que queremos é uma discussão em última instância política, e não técnica. É legítimo, embora estúpido, que a maioria dos brasileiros prefira uma educação que fracasse em ensinar a tabuada mas ensine bem a fazer um pagode. Acrescento apenas uma indispensável condição: que a população seja informada, de modo claro e honesto, sobre as consequências de suas escolhas. Quais as perdas e os ganhos de cada caminho. O que é, aí sim, antidemocrático e desonesto é criar a ilusão de que não precisamos fazer escolhas, de que podemos tudo e de que conseguiremos obter tudo ao mesmo tempo, agora. Infelizmente, é exatamente isso que vem sendo tentado. Nossas lideranças se valem do abissal desconhecimento da maioria da população sobre o que é uma educação de excelência para vender-lhe a possibilidade do paraíso terreno em que professores despreparados podem formar o novo homem e o profissional de sucesso. Essa utopia, como todas as outras, acaba em decepção e atraso. Essa pretensa revolução, como todas as outras, termina beneficiando apenas os burocratas que a implementam.



domingo, 11 de dezembro de 2011

Chegamos ao final........

         Colegas..........
         Chegamos ao final do Curso Introdução à Educação Digital. Foram 40 horas de trabalho e descobertas. Passou muito rápido!
         Assim, venho hoje para concluir esta etapa, mas as postagens continuarão. Prometo continuar compartilhando experiências, novidades e informação.
         Aproveito a oportunidade para desejar à todas, e em especial a professora Maria de Fátima (nossa professora formadora) um FELIZ NATAL e um fantático ANO NOVO. Que possamos nos encontrar no próximo ano para mais novidades e aprendizagens.
          Beijo à todos...........
          Professora Andréia Petruski


                 

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Imagens do meu trabalho....

         Hoje compartilho imagens do meu grupo e um pouco do meu trabalho. Reciclagem na mídia e na prática.



        
 


terça-feira, 22 de novembro de 2011

Mais um dia de encontro...

         Mais uma vez estamos reunidas na Escola Maria Laura, para dar sequência ao nosso Curso de Educação Digital. Hoje, mais informações sobre o blog e a plataforma do eProinfo.
         Estamos quase chegando ao final, e hoje deixo aqui o parecer dos meus alunos sobre o trabalho no laboratório de informática. Percebo que eles gostam do laboratório, das descobertas, de usar a internet e sugerem que tenham mais máquinas, pois nosso grupo é grande.
         Muita coisa do projeto precisa melhorar, inclusive no próprio laboratório (manutenção das máquinas, internet). Acredito que estamos no caminho certo e que o tempo vai mostrar os bons frutos colhidos.
         Boa tarde a todos..........

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Sugestões de livros........

         Apresento as minhas colegas uma lista de livros que tratam sobre
RECICLAGEM. Espero que seja útil em algum momento.
         Abraços........ 

Lixo, Reciclagem e Sua História
Autor: Grippi, Sidney
Editora: Interciência

Reciclagem - Coleção Trabalhos Manuais em 5 Passos
Autor: Llimós, Anna
Editora: Ciranda Cultural

Meio Ambiente e Reciclagem - Um Caminho a Ser Seguido
Autor: Nani, Everton Luis
Editora: Jurua

O Saci e a Reciclagem do Lixo - Coleção Viramundo
Autor: Branco, Samuel Murgel
Editora: Moderna

A Reciclagem Integradora dos Apectos Ambientais, Sociais e Econômicos
Autor: Urani, A.; Hopstein, Graciela; Gonçalves, Pólita
Editora: DP&A

Manual de Reciclagem: Coisas Simples que Você Pode Fazer
Autor: Javnarama
Editora: José Olympio

Mini Larousse da Reciclagem - Série Mini Larousse
Autor: Raggiotti, Naiara
Editora: Larousse Brasil

Reciclagem - Coleção Nosso Ambiente
Autor: DCL
Editora: DCL Difusão Cultural

Reciclagem do Plástico
Autor: Braido, Eunice
Editora: FTD

Reciclagem do Vidro
Autor: Braido, Eunice
Editora: FTD

A Arte da Reciclagem
Autor: Adeodato, Sérgio; Fridman, Paulo
Editora: Horizonte Geográfico

A Reciclagem do Alumínio no Brasil
Autor: Castro, Mauricio Barros de
Editora: Desiderata

Chico Papeleta - E a Reciclagem de Papel - Coleção Viramundo
Autor: Santa Rosa, Nereide Schilaro
Editora: Moderna

Lixo e Reciclagem - Coleção Preserve o Mundo
Autor: James, Barbara
Editora: Scipione

Reciclagem do Metal - Coleção O Luxo do Lixo
Autor: Braido, Eunice
Editora: FTD